terça-feira, 22 de março de 2011

Sex Gang Children



“Karma Karma Karma Karma Karma Chameleon
You come and go
You come and go
Loving would be easy if your colours were like my dream
Red, gold and green
Red, gold and greeeeeeeeen”
Ahhhhhh você não resistiu e cantou né...?? iiiiiiiiiiiiiii será que você é??
Acalme-se!! É só um efeito que hits do Boy George causam!

Boy George, mundialmente conhecido, é George Alan O’Dowd, nascido em 14 de junho de 1961 – Londres, Inglaterra. Trabalhava como Dj e sempre teve um “visu” nada convencional, e quando menciono: “nada convencional”,  não o comparo a pobres mortais, você e eu, e sim ao grupo de sua convivência na época: músicos alternativos e transvestidos. IMAGINEM!!
Era fã de David Bowie (havia alguma dúvida??); certeza que foi um dos artistas da época que muito se influenciou por Kraftwerk , não li nada sobre, falo com propriedade de SUPER FÃ. Conheci Meu Viadesco Favorito por Glauco (famosíssimo ilustrador em quadrinhos) que retratava como ninguém personagens “boêmios e problemáticos” da época. Doy Jorge, personagem inspirado em Boy George, vivia com uma seringa aplicada em seu nariz; Roqueiro Junkie e Malsucedido. Se minha amiga Rê Bordosa estivesse viva ela seria Amy Winehouse. CERTEZA!!
Ainda como Dj, em 1981, conheceu Malcolm McLaren, que o convidou a participar do grupo “Bow Wow Wow” logo acabou – 1982 forma com o baixista Michael Craig um grupo o “In Praise of Lemmings” mudando logo mais para “Sex Gang Children”, traduzindo ao pé do “ouvido” poderia ser: Pedofilia (MENTIRA!!), mas tiveram que adotar um outro nome porque foram perseguidos e acusados pela polêmica interpretação; com a entrada do baterista  Jon Moss e do guitarrista Roy Hay forma-se “Culture Club”.
 Culture Club ao lado de Tears for Fears (é tão gostoso soletrar né!), donos do sucesso - Woman in chainsssss – (AMO!!) e de Duran Duran  integraram o movimento New Romantic, estilo que mais sobressaiu na década de 80, uma recuperação e re-leitura do romantismo, na minha opinião a melhor definição: “futuristas”, sem sombra de dúvidas foi um movimento musical muitooooooooo comportamental. Você consegue pensar em anos 80 sem visualizar um “revival underground” de épocas passadas??? Vamos ser mais claros, você consegue não pensar nas ombreiras, no exagero de cores e brilhos, e nos figurinos “espaciais e andróginos” dos melhores clipes da década???!! Certeza que não!!!
Culture Club é considerada uma das maiores bandas New Wave dos anos 80.
Seus primeiros singles foram “White Boy" e “I’m Afraid Of Me", mas o grande sucesso foi com “Do You Really Want To Hurt Me”, tanto que fez  importante participação  na trilha do filme “Afinados no amor (1998)” que inspira o personagem George (uma mistura de Boy George e Pete Burns - da banda Dead Or Alive  - mais conhecido pelas cirurgias plásticas nos lábios que não deram certo), “cantor substituto” do personagem de Adam Sandler , os dois animam festas de casamento e toda vez que George da uma palhinha interpreta “Do You Really want To Hurt Me” – durante todo o filme rola essa palhinha (kkkkkkkkkkkk); se você não assistiu ao filme vá correndo conferir esse clássico da sessão da tarde. O primeiro álbum “Kissing to Be Clever(1982)” se tornou um sucesso, e seguidamente vieram: Colour by Numbers (1983); Waaking Up With the House on Fire (1984); From Luxury to Heartache (1986); Don't Mind if I Do (1999). Colour by Numbers foi um sucesso em vendagem, melhor álbum da banda. “Karma Chameleon”, primeira do lado A, fez muita gente soltar a franga em discotecas; música de ritmo dançante, um “reggae refinado”, pra época. “Miss me Blind” ( Fã de Rockkkk vai me arrebentar), mas nessa música Roy Hay mostra sua guitarra, NADA VIADA, e deixa muito solo de famosos  no chinelo; merecia reconhecimento de uma galera ai (vou mandar o link para Eddie Trunk kkkkk). “That’s the Way (I’M Only Trying to Help You)” é um “Soul”, tem uma vibração comovente; Boy me surpreende com um timbre forte em perfeita sincronia com piano ao fundo. “Victims” pra encerrar o álbum, também é um sucesso, piano bem trabalhado e excelente Back Vocal nesse álbum Back é um diferencial. Boy George produziu e supervisionou diversos arranjos.
Os conflitos entre os integrantes e o grande problema de Boy com as drogas fizeram “Culture Club” ter vida curta. Boy passa a ter carreira solo onde lançou “Sold” com um super sucesso “Everything I Own”. O grupo tentou uma nova parceria, mas sem o destaque dos anos 80. 
Independente de álbum: "Mistoke Number 3" e "Love is Love", pop clássicas dos romantiquinhos e todas as outras fizeram muitos críticos engolir quando disseram que Boy e sua trupe venceriam pelo estilo e não pelo que poderiam produzir.     


Qual o limite de um homem na moda? Eu disse Homem?!

                                                     ANDROGINIA


   seu estilo "casual" era totalmente influenciado por elementos do "Soul e Reggae"

                                                  "SOUL" TOTALLLL

     as famosas trancinhas - uma homenagem ao reggae com ousadia "SUA CARA"

                                         Doy Jorge - Obrigada Glauquinho!!

                                              Culture Club - BOY?!!

                                                            Ousadia!!


Sugestão de músicas: That’s the Way (I’M Only Trying to Help You)” e Victims - Colour by Numbers (1983) - Culture Club


por Belly Inhã

quarta-feira, 16 de março de 2011

Clube da Luluzinha 2 - Terapia em Grupo



Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,
faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!


Texto referência: Martha Medeiros

Sugestão de música: Tanto Amar – Almanaque (1981) – Chico Buarque

por Kátia de Lolo Guilherme


terça-feira, 15 de março de 2011

Ode à Solidão



Minha amiga, minha eterna companheira
De todos os momentos
Ando pela noite, ando pelas ruas, pelos bares
O oco emocional que rasga a alma com seus dentes afiados pela desilusão

O mundo ao lado parece viver em outra sintonia
O descompasso existencial atira-me nesse labirinto solitário
Como uma criança jogada num matagal

Entre doses alcoólicas, nuvens de tabaco, risos alterados de pessoas ocas
O desejo gratuito e egoísta, de quem odeia tua mente
Pessoas descartáveis, pessoas frias

Caminhos incertos, inseguros
Minutos de êxtase, dias de corrosão espiritual
Onde tu andas, estarei contigo
Solidão, minha transloucada amante
Te devoro e te consumo

Apaziguo teu sono, curo tua ressaca
Curamos nossas feridas juntos
Mesmo que o resto deles a minha volta me ignore
E mesmo que me enoje deles todos
Adormeço com a certeza de que nunca irás me abandonar


Sugestão de música: Your Poison Throne – The Obsidian Conspiracy, 2010 - Nevermore


por Julio Verdi

segunda-feira, 14 de março de 2011

Na mesa de um bar!




É quando encontramos deliciosas comidas, gelada bebida e grandes amigas, segredos sem fim; cumplicidade sem nada em troca! Mulheres que amam demais, que por uma bela pedra preciosa de água-marinha, com grande afinidade ao rock, destrói um lindo presente! Aquela que abusa de um homem, e até a que se envolve com meio metro de loucura, ou dois metros de insanidade. Também temos a envergonhada do seu passado de escolhas erradas que fez. Quem é que nunca comprou uma roupa e pagou caro por ela e alguns dias depois a vê em liquidação??! As escolhas erradas da vida são assim: preços altos por escolhas que tempos depois vira liquidação, fazendo você comprar ou vender, por um preço inferior, apenas para livrar-se do tal “objeto” indesejado.
É na mesa de um bar que encontramos as mais belas mulheres, que por infelicidade de alguém, que não soube utilizar a palavra, transforma sua noite em terror, tirando do espelho seus piores fantasmas. Palavra essa: FEIA, opa, palavra muito forte, como diria a querida amiga intelectual. Como podemos ser feias?! Somos belas mulheres que no meio de tanta loucura, amores e insegurança buscamos somente a felicidade.
Mulheres essas que discutem na mesa de um bar, a educação de uma criança e até o mais íntimo desejo de seu coração.
É NA MESA DE UM BAR QUE DESCOBRIMOS O QUANTO SOMOS AMIGAS CUMPLICES COM UM ÚNICO IDEAL: “SER FELIZ”!

Sugestão de música: Medo de Amar - Nana Caymmi (2002) – Nana Caymmi


por Michele Freitas



sexta-feira, 11 de março de 2011

Estilosa e Espiritualizada da garganta aos pés!!


Florence + The Machine (pode ser Florence and The Machine), fico com a primeira grafia, tem mais a ver com a banda. Vocalista e compositora, a ruiva Florence Wilch, londrina de 24 anos, voz potenteeeee e franca, é isso mesmo, quase uma Franka Potente - Corra Lola, Corra. Ruiva talentosa é foda!  Sempre à frente. The Machine é a banda formada por músicos colaboradores e pra completar as informações do Wikipédia (é ótimo, tem tudo!), fiz questão de prestar atenção na informação gênero: Alternativo, Art Rock, Indie Pop, Pop Barroco, Soul, Neo Folk. Foi exatamente essa grande mistura de gêneros que tanto me prendeu atenção (já fico confusa em definir um), imagine com uma proposta dessas. A paixão de Florence em propagar misturas de crenças e etnias fica clara em suas composições, já sua banda traduz na escolha de cada instrumento. Lungs (traduzindo: pulmões) é seu primeiro álbum, foi lançado em julho de 2009; o clipe Dog Days Are Over Tive, primeira faixa da bolacha, é a prova viva disso! No clipe aparece Harpa Celta, Pratos e Tambores; não pense você que esses instrumentos foram colocados por uma questão de melodia/sonoridade e tal, longe disso....Muito Longe!! Eles traduzem as diversidades religiosas apresentando um conjunto de rituais. Pesquisando sobre cada um, resumidamente são: Harpa Celta – usada para celebrar a natureza. Tambor - com o objetivo de cultuar Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida por meio da caça aos animais. Pratos (no vídeo eles estão com uma criança oriental) - realmente são muito utilizados em rituais para prosperidade na cultura oriental. O mais louco do clipe é a sua simplicidade: fundo branco, figurino que nos transportam em diversas épocas e tradições (nada que nunca tenha sido feito ou pensado), maquiagem forte -  utilizadas em tradicionais cultos, mas que não ofuscam o restante do cenário) e o enquadramento -  que não deixa você ter dimensão do espaço e mantém a personagem de Florence sempre em primeiro plano, e em determinados momentos  se abre para todos os elementos da cena – detalhe para as dançarinas ao fundo, que durante todo o filme acompanham com harmonia, na minha opinião: “meio anjos da guarda” em uma outra linguagem – Fantástico!. O resultado é um clipe cheio de detalhes muito interessantes e traduções a parte. Assim que o vi verifiquei de quem era a direção – não que eu entenda disso, mas quando se vê algo especial é necessário saber mais sobre o gênio (s): Georgie Greville e Geremy Jasper; foram eles que também dirigiram “Alive” do GoldFrapp – banda britânica de música eletrônica que também adora explorar diferentes culturas musicais; “Alive” também é um show a parte. Explicado! Dog Days Are Over Tive teve diversas indicações ao MTV Vídeo Music Awards nas categorias: Vídeo of the Year, Best Rock Vídeo, Best Art Direction and Best Cinematography levando o merecidíssimo - “Best Art Direction” (melhor direção de arte). Mas a proposta de Florence + The Machine não está em unir todas as crendices e rituais em um só clipe, mas em você apertar o play deixando rolar sem ter a mínima vontade de dar STOP. Cada faixa apresenta uma proposta totalmente diferente levando sua imaginação por diversas dimensões. É o que acontece quando você chega na quinta faixa e curte “Kiss With a Firt” com uma pegada mais roqueira e depois a oitava (deu uma vontade de falar a 2ª do lado B, seria mais ou menos esse o cálculo num total de 13 faixas, ainda terei esse Vinil) e se deixa levar pela tocante “Between Two Lungs”, já ouvi ela inumeras vezes em frente a minha janela acompanhada de um bom vinho e cada vez mais me aproximo do que seria a sensação exata da palavra liberdade....vontade de sair voando (a janela é grande!). Curiosidades a parte: “Between Two Lungs” é título do álbum que foi re-editado.

Florence pode ser uma espécie de bruxa da modernidade, mas com certeza ela é do bem!!

Rainha do Vintage
Uma roupa vintage é aquela peça do seu guarda-roupa (usada ou não) de outras épocas que você herdou da mamãe, mas se a sua não foi estilosa, procure um brechó e encontre várias. Mas a tendência, principalmente, na alta costura, tem sido os estilistas revisitarem antigos guarda-roupas e criarem roupas novas com cara de Vintage. Florence deve ter uma mãe estilosíssima e também é fã numero 1 dessa re-leitura da alta costura; não posso deixar de mencionar, uma apaixonada por moda sem forçar a barra. Ela consegue equilibrar perfeitamente sua vida nos palcos – quando se apresenta com um Chanel que você não consegue esquecer - e fora deles – vestida como uma típica britânica: desalinhada elegância com peças muito simples.

das passarelas para os palcos (ela adora isso)
alta costura (1)


(2)

exemplificando: "modelo" que você não consegue esquecer

fora dos palcos: Vintageeeeeeeeee!!!


a transparência e o curto na medida certa: deixa um ar romântico e sexy

a "desalinhada" elegância britânica

Sugestão de músicas:
Dog Days Are Over e Between Two Lungs - Lungs (2009) - Florence + The Machine 

por Belly Inhã

terça-feira, 1 de março de 2011

O que é isso meu povo?‏



O que é isso? Muitas vezes as pessoas ficam roxas de vontade de fazerem parte de uma “sociedade” ou de um grupo mais “in”. Muitas ficam vermelhas de raiva quando não conseguem. E aí, algumas, têm atitudes que comprovam ainda mais a sua total falta de atitude. Se perguntarmos pra ela por que esta usando esta pulseira, com certeza vai amarelar, no mesmo tom do acessório. Consciência meu povo! Consciência! Não estou fazendo nenhum tipo de apologia, com exceção ao excesso de expressão gratuita de personalidade, sem causa e sem conteúdo. O que é isso?


Sugestão de música: Times Like These - One By One (2002) - Foo Fighters

por Eduardo Melzi

Rei dos Membros...Mutilados


Em 1993, qualquer nova banda já era tachada de Grunge, ainda mais quando lançavam um disco como “Pablo Honey”, perpetuado pela pesada “Creep”, termo esse usado ao extremo nas letras e nomes de músicas da trupe de Seattle.
Inquietos, em 1995, lançam seu segundo álbum, o transitório “The Bends”, guitarras mais trabalhadas, linhas de melodias harmônicas, tirando todo receio de que Radiohead era uma banda grunge. Um termo nascia a partir daí: diferentes.
Num belo dia, em meados de junho de 1997, os pássaros cantaram, as flores abriram e o mundo sorriu para os Radioheads. A história da música agradeceu uma das maiores revoluções (ou evolução) do rock, o impressionante “Ok Computer”. Das brincadeiras de esconde-esconde no encarte até as magistrais “Paranoid Android, “No Surprises” e “Karma Police”, o álbum é uma sessão de acertos e originalidade, digno de comparações ao célebre álbum Branco dos Beatles.
E agora? Como revolucionar o já revolucionado? O introspectivo vocalista – Thom Yorke dava novos rumos a banda em suas entrevistas, frases como: “O rock morreu”, “Há mais beleza em ritmo do que em riffs” tomaram proporções canônicas para a imprensa especializada e bestiais aos fã.
Até que surgiu, em 2000, a controvérsia, o insano, o apedrejado “Kid A”. Assinando todos os comentários do inquieto vocalista, o disco flerta com a psicodelia, o electro e o Krautrock germânico. Desconstrutivo e semiótico, quanto mais aprofundado mais vazio ficavam as explicações sobre o disco. Numa ascendente criativa lançaram na sequência as sobras do disco, o meia-boca Amnesiac, de 2001.
Até então, eles já passaram pelo britpop, pelo legado grunge, a psicodelia e outros afins, mas não conseguiram o equilíbrio. Faltava às engrenagens se encontrarem, o ritmo com as guitarras, a desconstrução com a harmonia, nada muito complicado para o quinteto.
Hail to the Thief, de 2003, mostrou uma parcial volta às origens. “2+2=5” e “There, There” seriam ótimas canções para um lado B de “Ok Computer”.
Grandes revoluções começam de pequenos atos e, pensando nisso, o álbum seguinte se resumiria, seria o vórtex da banda. Antes das músicas, a inovação fora na distribuição, pelo site da banda, em 2007, foi permitido o download sob a seguinte afirmativa: “ Quer pagar  quanto?”. Se optasse pelo não pagamento, sem problemas, o álbum estaria a sua disposição em poucos cliques, mas depois da primeira audição você teria a certeza que um sentimento de culpa o tomaria por inteiro – não é mentira, aconteceu comigo.
Da ação a reação, “In Rainbows” foi o equilíbrio entre o sintético e orgânico, a amalgama de “Kid A” e “Ok Computer”. Álbum que rendeu a primeira passagem pelo Brasil em de março de 2009.
“King of the Limbs”, mais novo trabalho, com 8 faixas (ainda?!), é a nova aposta da banda. Do lançamento do clipe de” Lotus Flower” até a audição mais profunda passaram-se 2 semanas e neste período a sensação de amor e ódio era tênue, um fio de cabelo na navalha criativa da banda.
O que cortou foi a sonoridade das guitarras, resultando um disco monótono, baseado num math rock que não é muito a praia deles. O frenezi de Greenwood aparece em poucas músicas, ou melhor, aparece nas melhores músicas: “Little by Little” e “Separator”. Destaque fica ainda para a atuação de Thom Yorke no clipe, uma mistura de Iggy Pop e Ian Curtis, está bom, com um pouco de lambada também.
O “Rei dos membros” é imperfeito, de difícil digestão e está longe de ser uma unanimidade, por mais que você seja fã ou insista em ouvir o álbum, ele não figura entre as obras da banda – é o “Amnesiac” do “In Raibows”, se assim podemos falar, o disco diferente do igual mais fraco da banda, simplesmente complicado assim.

Leia ouvindo:
              Dry The Rain – Three Eps – Beta Band
              Reckoner – in Rainbows – Radiohead
              The Man-machine – The Man-machine - Kraftwerk


por Daniel Santos

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Paris Combo e Pink Martini


Paris Combo é um grupo musical baseado em Paris, França, que tem um estilo eclético, misturando elementos da tradicional chanson francesa, jazz americano e swing, música cigana e música do Norte Africano. O grupo identifica-se como um grupo de world music.
Eles se apresentaram ao vivo na Europa, América do Norte e Austrália.
Membros: Belle du Berry, francês, vocalista e acordeonista, Potzi, auto-descrito cigana de ascendência argelina, guitarrista e tocador de banjo, François-François (também conhecido como Jean-François Jeannin), o francês, o percussionista e cantor, Mano Razanajato, de Madagáscar, baixista e cantor, David Lewis, da Austrália trompete e piano. David se mudou para a França em seus vinte anos e estudou no Conservatório de Paris. Ele fez um nome para si mesmo na cena musical francesa jogar com Arthur H e Manu Dibango.


Sugestão de música: Living Room - Living Room (2001) – Paris Combo

 .

Pink Martini é uma"pequena orquestra" de 12 membros a partir de Portland, Oregon, formada em 1994 pelo pianista Thomas M. Lauderdale. Chamam a inspiração da música de todo o mundo - atravessando os gêneros de jazz, música clássica e pop à moda antiga. O líder da banda Thomas Lauderdale descreve o som da banda como "música do mundo sem música do mundo estar. Se as Nações Unidas tinham uma banda da casa, em 1962, esperamos Pink Martini seria a banda". "Minha esperança é que estamos criando wallpaper musical requintado que pode ser virado para cima ou para baixo, e jogado em praticamente qualquer ocasião, desde a música de fundo para um romance e até para limpar toda a casa."

Sugestão de música – No Hay Problema -  Sympathique (1997) – Pink Martini

por Leandro Finimundi

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Torta de Framboesa com Chocolate ( pra ajudar a mulherada na TPM)


Oi, meu nome é André Zuanazzi e estou aqui para escrever sobre gastronomia.
Direto ao ponto vou falar um pouco sobre como fazer pratos fáceis com ingredientes de casa, isso quer dizer tentar usar menos de 35 reais em um prato que provavelmente rendera 4 porções.
Se você esta tentando ganhar alguém pelo estomago nada melhor do que um bom doce ,lembrando que a alma de um bom prato é a sua apresentação,pode ate não ter saído muito bom mas com uma boa cara com certeza alguém irá comer .
Aqui vai uma receita de uma torta de framboesa com chocolate.
Meninas! chocolate não engorda...o que engorda é a cerveja  com batata frita

Torta de Framboesa com Chocolate

Massa:
Farinha de trigo: 250 gramas(sempre reserve um pouco mais para dar ponto a massa)
Manteiga ou margarina sem sal: 125 gramas
Açúcar de confeiteiro: 100 gramas (caso você não tenha pegue açúcar comum e bata no liquidificador )
Ovo:  1 unidade
Sal : uma colher de café bem rasa
Essência de baunilha : 1 colher de chá

Preparo :
Junte a manteiga ou a margarina em uma tigela adicione açúcar e farinha , misture tudo ate que vire uma “farofa”, coloque o resto dos ingredientes misture tudo ate que uma massa se forme.use um filme PVC para envolver a massa e deixar descansar por 15 minutos

Recheio:
Chocolate meio amargo: 120 gramas ou uma barra
Creme de leite : 150 gramas
Framboesa : 100gramas ( ou a gosto apenas não exagerem )
Água : 100ml
Açúcar comum : 80gramas
Gema : 75 gramas (2 gemas)

Preparo:
Aqui devemos seguir a ordem corretamente.
Primeiro :use a água e o açúcar para formar uma calda , use uma frigideira  junte os dois e aqueça ate dissolver completamente, reserve
Segundo : junte a calda ainda quente as gemas (a calda nas gemas ou seja, não jogue as gemas na frigideira)bata ate esfriar, reserve
Terceiro : derreta o chocolate completamente , misture com creme de leite , junte as framboesas ( dica: corte algumas ao meio ), junte tudo e misture com cuidado, reserve

Nesse meio tempo a massa deve ter descansado o suficiente

Leve ao forno em uma assadeira com fundo removível , não precisa untar apenas forre o fundo e as bordas de maneira que a massa se espalhe e não fique grossa (dica um copo ajuda) leve ao forno cerca de 20 minutos ate dourar , caso sobre massa use-a como decoração  em uma forma separada molde da forma que lhe convir.
Terminado isso espere a massa esfriar  jogue o recheio por cima , leve a geladeira cerca de 3 horas ate estar gelada o suficiente (ou 1 hora ou mais no congelador )


Agora é so comer!!

Da próxima vez trarei dicas para não se dar mal em restaurantes.

Sugestão de música: Fome do Cão - Só no Forevis - Raimundos

por André Zuanazzi

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Arcade Fire - Casamento Perfeito!!



Arcade Fire é uma banda de indie rock de Montreal, Quebec,chegados em arranjos épicos,performistas e simpáticos. Trata-se do duo de marido e mulher de Win Butler e Régine Chassagne, juntamente com Will Butler, Richard Reed Parry, Tim Kingsbury, Jeremy Gara, e Sarah Neufeld. Arcade Fire ganhou destaque quando lançaram seu álbum de estréia, Funeral em 2004, para aclamação da crítica. A banda toca guitarra, bateria, guitarra baixo, piano, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, xilofone, glockenspiel, teclado, trompa, acordeão, harpa, bandolim e sanfona. A maioria de seus instrumentos são tomados em turnê, e os membros da banda multi-instrumentista alternam funções nos shows.O grupo tem boas canções e foge do esteriótipo da receita pop previsível.

Arcade Fire já ganhou inúmeros prêmios, incluindo o Grammy de 2011 para o álbum do ano,  e Brit Award para Melhor Álbum Internacional para o seu terceiro álbum de estúdio, os subúrbios, lançado em 2010 e aclamado pela crítica e sucesso comercial.No ano anterior 2008 eles ganharam o Meteor Music Award para Melhor Álbum Internacional e de 2008 Juno Award para Álbum Alternativo do Ano pelo seu segundo álbum, Neon Bible. Eles também receberam indicações para o Melhor Álbum de Música Alternativa Grammy de todos os três álbuns de estúdio.

Sugestões de música: Rebellion- Funeral (2004) - Arcade Fire.


por Débora Beleze

Anos 80 do Dj Douglas Smurfy


Douglas Smurfy, nascido no início da década de 80, mais precisamente em 1981, é Dj e professor de sociologia.

Na conclusão de minha graduação de Ciências Sociais a monografia não poderia ser outro tema senão: “Rock brasileiro dos anos 80 como forma de protesto”; eu sempre persegui os anos 80, vejo que hoje ele me persegue.
Fui criado dentro de uma casa onde se ouvia muita música, principalmente os vinis de  trilhas sonoras de novela, discos do momento, e muita rádio FM.
Como não havia computador popular e celular, as crianças do período, ficavam muito ligados aos Atari, programas televisivo e rádio. Hoje essas tecnologias são divididas com outras tantas.
Acontece que isso tudo estava inserido no conhecido “rock nacional 80’s”, as trilhas sonoras das novelas eram 100% rock, os discos rodavam o frescor das bandas e as rádios tocavam maciçamente cada uma delas. Cresci ouvindo muito todas elas, foram minha referencia na infância, adolescência e vida adulta.
Aos 6 anos eu fui ao meu primeiro show de Rock, era nada mais nada menos que o grande fenômeno do período, o RPM, no estádio Rio Pretão. Algo ali estava acontecendo, muita correria e gritos histéricos, era como se os Brasileiros tivessem agora seus próprios Beatles.
Ultraje à Rigor era abertura de novela, assim como Magazine, Baby Consuelo, Rita Lee, Metrô....  dentro da trilha sonora destas novelas, encontrava-se Cascavelletes, Legião Urbana, Marina, Kiko Zambianck, Ritchie, Paralamas do Sucesso, Blitz, Cazuza, Leo Jaime, Barão Vermelho, Eduardo Dusek, Lobão....
Saber cantar Faroeste Caboclo do Legião Urbana, no final da década, para uma criança como eu, era o máximo; fazia os amiguinhos me ouvirem cantar até o final.
 Neste mesmo ano de 1989, faleceu Raul Seixas, todas as crianças sabiam quem ele era, pois as rádios estavam tocando muito Cowboy fora da Lei. Eu fiquei em choque, não sabia a dimensão que isto teria em minha vida, parecia que as coisas estavam ficando mal; eu estava tendo meu primeiro contato com o sentimento de “perder um ídolo”, mesmo que não fosse tão meu ídolo, mas eram as músicas que eu estava cantando e  discos que estava comprando. Em seguida o Brasil perdeu Cazuza, acompanhei pela televisão o noticiário durante o dia inteiro. Poxa, com apenas 9 anos vendo todos aqueles caras, que eu ouvia, partindo?! Imagina as crianças de hoje quando morrem seus ídolos teens... era igual, eram meus ídolos.
Renato Russo foi diferente, eu tinha 15 anos, eu era um veterano de músicas anos 80, e o Legião Urbana sempre foi o carro chefe; tive então a primeira experiência pós morte de um ídolo, todo mundo gostando daquilo que você ouvia e não tinha ninguém de sua idade  pra compartilhar, agora todos resolvem gostar, então você pensa - “que merda”- os mais puritanos que gostavam de rock preferem renegar estas bandas cultuadas. Hoje grande parte dos rockers falam “Gostar de Legião é isto e aquilo” virou cult as críticas à banda, assim como criticar Capital Inicial e Titãs. Falar mal é interessante pra uma grande parte de pessoas que não tiveram contato naquele período com estas bandas.
Legião Urbana tem uma obra prima gravada que deveria ser melhor aproveitada, assim como 100% das bandas, a qualidade estava presente!!
Havia no mínimo 30 bandas com sucessos, dividindo espaço, era muita coisa tocando nas rádios.
Esta onda toda expande pra outros meios como programas de televisão, teatro, cinema, tudo buscava o alternativo, programas como: “Armação Ilimitada” “TV Pirata” “Viva a Noite” “Flávio Cavalcante” “Perdidos na Noite” e tantos outros são exemplos de experimentações na televisão.
Hoje sou Dj de 3 festas e todas sempre com gancho nos anos 80, a Smurfy 80’s, que toca músicas divertidas com apelo comercial da época, alguns chamam de “trash”.
A Lust Gothic Party que é a única festa Gótica permanente na região de Rio Preto, onde o som vai do New Wave ao Black Metal.
E a Rock on the Top que vai na busca dos clássicos de diversas décadas.

E viva os anos 80!!


Sugestão de músicas:
                    Like a Lovers - Renato Russo Duetos - Fernanda Takai e Renato Russo
                O Bêbado e a Equilibrista – Essa Mulher (1979) - Elis Regina
                O Mundo é um Moinho – Preciso dizer que te amo: toda a paixão do poeta (2002) - Cazuza
                     Malandragem da um Tempo – Álbum (1996) -  Barão Vermelho


por Dj Douglas Smurfy



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meu Pássaro Favorito


Dona de uma voz ardida e de ritmo “gritado”, Cynthia Ann Stephanie  Lauper Thornton, conhecida mundialmente por Cyndi Lauper,  já foi comparada ao som de um pássaro. Passarinho ou não ela caminha livremente pelos diversos gêneros musicais, liberdade que vai dos pés a cabeça. De estilo único, ela não passa pelo mundo da moda, e sim o contrário. Inspiradora de uma década, ela fez literalmente a “cabeça” das meninas e “meninos”, e ainda faz! Em 2010, foi eleita a cantora que mais marcou com seus cortes de cabelo, com 30% dos votos em uma enquete criada pelo site Votorama, elegendo os 20 cortes de cabelos mais marcantes de todos os tempos (EU JÁ COPIEI!!).
OOOh, mas em seu casamento ela usou um tradicional vestido branco, estava de cabelos loiros, tudo muito normal; quem estava muito louco era o pastor que foi com um terno “True Colors” e que durante a cerimônia caiu e disse: Merda!! (ADORO ESSAS HISTÓRINHAS).
Cantora, compositora, multi-instrumentista e atriz – Fora de controle (1991), seu segundo filme – teve atuação elogiadíssima; é mulher de gênio difícil, já engavetou um álbum: "A Night To Remember" (a capa é um show a parte), seu terceiro álbum, que teria sido lançado em 1988 com o nome "Kindred Spirit", mas foi somente em 1989, depois de muitas brigas, contrariando Cyndi que queria “A Night to Forget. O álbum teria as mesmas faixas com exceção de "A Night To Remember"(é a que eu mais gosto...rs...). A  única música do álbum que ela ainda toca é “I Drove All Night”, que tem outra historinha bem bacana. Roy Orbison gravou “A Drove All Night” em 1987, mas só foi lançada em um de seus álbuns (póstumo) em 1992, Roy faleceu em 1988 de um ataque cardíaco fulminante. Cyndi gravou  em 1989 e como a versão dela foi lançada primeiro, alcançando as paradas de sucesso, se não fosse por esse “engavetamento” de Roy,  não poderia ser considerada COVER (é uma das músicas daquele famoso site 1001 covers).
Minha Rainha Pop, pra mim Madonna é segundo plano, está no Brasil pra lançar seu mais novo álbum -  Memphis Blues – título bem original - “Memphis” era a cidade onde se trombavam todos os músicos importantes do Sul, onde havia uma vasta comunidade musical em que todos os estilos negros eram ouvidos.
Em Memphis Blues ela nos presenteia com um recheio de nomes consagrados do gênero, o qual interpreta como uma nativa. Sua terceira faixa “Early in the Mornin” – que também já tive o prazer de ouvir na voz do norte-americano Buddy Guy (guitarrista e cantor de blues e rock); ouvi na vitrola – é um blues vibrante, sua voz está mais sexy do que nunca, e a delirante e mega-dançante - “Dont Cry no More” (coloquei no carro da minha amiga e não conseguimos ficar paradas); serão com certeza uma das grandes atrações. Mas ela vai gritar seus hits, SIM : Girls Just to Have Fun, True Colors, I Don’t Want to be Your Friend, Time After Time…e muitas outras.
Foi com muita dor no coração que digitei esse texto ao invés de estar dentro de um ônibus, trajando um vestidinho cheguei, e comendo qualquer lanche (nem precisaria comer) a caminho do show, dessa que pra mim, é a mais importante cantora da cultura POP.

CYNDIII, grite muitooooo!! No Brasil você pode tudo!!!


Sugestão de músicas: A Night to Remember – A Night to Remember (1989) – Cyndi Lauper
             Early in the Mornin e Don’t Cry no More – Memphis Blues (2010) – Cyndi Lauper



por Belly Inhã           



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Pimenta Ardente


Esse ano será de uma boa safra para os fãs do Rock’n’roll, afinal com um evento do porte do Rocki' n’Rio, teremos ótimos shows.
Antes de serem anunciados os primeiros shows eu estava em dúvida se eu iria ou não, mas quando vi que o Red Hot Chili Peppers viria não tive dúvidas.
O Red hot é uma daquelas bandas que nos marcam em vários momentos.
Desafio a quem nunca se lembrou de alguém que lhe marcou ao ouvir under the bridge, By the way, Zephir song, Scar tissue,snow, ou quem nunca se pegou se chacoalhando ao som de give it away, fight like a brave, hump de bump ou tantas outras.
A mistura que eles fazem em minha opinião é única, existem outras bandas que se aproximaram como o faith no more ou até mesmo o Janes adiction (leia-se Dave Navarro) seja com a batida forte do baixo, ou seja, com a “doidêra” típica, mas ninguém ainda apresentou a consistência na mistura do Red Hot.
Anunciaram o lançamento de um novo álbum para o meio do ano, porém com o novo guitarrista Josh Klinghoffer que estará no Rock’ in’ Rio.
O que fica claro também é a evolução da banda que vem juntamente com a evolução de seus integrantes. Nos álbuns mais antigos tanto as letras quanto a musicalidade está repleta da realidade que viviam na época, muitas drogas, sexo e um vocal do Anthony Kiedis  mais voltado ao rap.
Com o amadurecimento dos integrantes e devido à tragédia da morte por overdose do guitarrista Hilell Slovack. As drogas já começam a deixar o convívio diário dos Peppers.
Hoje vejo o sucesso da banda e vejo que realmente existe superação onde há talento, pois o vocalista Anthony chegou ao ponto de passar os dias sobe uma ponte de Los Angeles se drogando, superou isso e ainda conseguiu escrever Under the bridge contanda suas experiências da época.
No clipe de Hump de bump quem dirige e participa do clipe é o próprio Chris Rock no Cenário da série “todo mundo odeia o Chris”. Muito bom!
Red hot chili peppers é isso, toda a intensidade da sua vivência conseguiram colocar nas músicas e em seus shows o Anthony nos vocais e o Flea no baixo são um caso à parte, dançam e pulam o tempo todo de uma forma única.
E que venha logo o Rock’in Rio.

Sugestão de música: Under The Bridge - Blood Sugar Sex Magic (1991) - Red Hot Chili Peppers

por Alex Ventura